PGR pede ao STF inquérito sobre tapa de vice do PT em bolsonarista

PolíticaPGR pede ao STF inquérito sobre tapa de vice do PT em bolsonaristaPedro Vilas BoasDo UOL, em São Paulo03/04/2024 14h22Atualizada em03/04/2024 15h05

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da roleta shot: A PGR pediu ao STF a abertura de um inquérito para apurar o tapa dado pelo vice-presidente do PT, deputado Washington Quaquá (RJ), no rosto do bolsonarista Messias Donato (Republicanos-ES).

O que aconteceu

O vice-procurador Hindenburgo Chateaubriand Filho pediu que o Youtube seja notificado para preservar o vídeo. O episódio aconteceu em dezembro do ano passado.

Esclarecimentos em até 15 dias. O pedido de hoje da PGR também inclui a notificação ao vice-presidente do PT para manifestação.

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A manifestação aparece após o ministro relator do caso, Cristiano Zanin, pedir posicionamento da PGR em 15 de março. A ocorrência policial registrada pelo bolsonarista chegou ao STF no dia 12 daquele mês.

O UOL tenta contato com Quaquá sobre o pedido de abertura de inquérito. Caso haja resposta, o texto será atualizado.

Relembre o caso

Quaquá usou termo homofóbico ao chamar o colega Nikolas Ferreira (PL-MG) de “viadinho” e deu um tapa na cara de Donato. Confusão aconteceu na sessão que recebeu Lula na Câmara para promulgação da reforma tributária. À época, o petista disse que reagiu a ataques contra o presidente.

Petista filmava o deputado Donato, o que gerou uma discussão que culminou no tapa. O vice-presidente do PT foi para frente do colega da oposição, e não houve tempo para outros parlamentares tentarem impedi-lo.

Quaquá chamou o bolsonarista Nikolas de “viadinho” enquanto se dirigia para o embate com Donato. A fala preconceituosa ocorreu segundos antes do tapa na cara do deputado do Republicanos.

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Quaquá alegou que foi empurrado e impedido de gravar. Disse que, por isso, reagiu, dando um tapa na cara do colega. Confirmou que a confusão começou a partir de vaias a Lula.

Na sequência, o petista se afastou, mas sem deixar o plenário. Seguranças foram para o local da agressão e se posicionaram entre as bancadas da esquerda e da direita, segundo disse ao UOL o deputado Caveira (PL-PA). Não houve outro registro de brigas.

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